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"Não Obrigado só estou a ver..."

Concerteza que, quer para quem trabalha como vendedores de loja, como para todos nós os consumidores de retalho, esta expressão é sobejamente conhecida.´

Para muitos dos vendedores, esta é provavelmente a expressão mais ouvida no seu trabalho de dia-a-dia em loja.

Para nós, que também somo consumidores, é também a expressão que mais utilizamos quando vamos às compras ou fazemos o chamado “shopping-around”.

O “Não, não obrigado, estou só a ver” está tão enraizada nos consumidores, como a pergunta “Boa tarde, em que posso ajudar?” está enraizada em todos os vendedores de loja. Ou não será verdade?

À partida, a maior parte dos vendedores, querendo manifestar a sua “Atitude Proactiva” perante o “freguês”, sabem que devem abordar este últmo e “demonstrar disponibilidade” perguntando “..em que posso ajudar?” . Há também versões mais abreviadas, como “posso ajudar...?” ou aquela utilizada pelos que estão na eminência de desistir da Abordagem, “....se precisar de ajuda, esteja à vontade”. Pois bem, então façamos aqui um exercício de “lucidez comercial”. Quando perguntam ao “freguês”, “em que posso ajudar” (ou variantes), a maior parte das vezes qual a resposta que obtêm?.........Se é essa, e então já sabem a resposta, porque é que fazem a pergunta?

Uma pergunta previsível, para uma resposta já programada? Faz sentido?

Por outro lado, porque é que os Clientes dão essa resposta? Porque se mantêm eles “totalmente indiferentes” e até “resistentes” e “defensivos” . Ponham-se no seu lugar. Porque simplesmente não querem levar uma grande “seca” ou “esfrega”! E porque “sentem” que a pergunta não tem a verdadeira e genuína atitude de “ajuda”. E porque, provavelmente é a quinquagésima vez que “levam” com essa abordagem nas últimas horas.

E então, o que devemos fazer? Deixar de abordar? Pois, esta é a tendência natural de todos os que levam com a mesma resposta centenas ou milhares de vezes! E então há que refugiar atrás do balcão! (do outro lado da “barricada”).

Isto remete-me então para outros campos. Imaginem lá “Vendedores” a irem beber um merecido copo à disco e para quebrar a monotonia da noite, algo lhe diz para se afastar do balcão do bar e abordar uma simpática “Vendedora” que por acaso estava a fazer “shopping around” e dizerem “Olá, em que posso ajudar? Ou “...se precisares de ajuda...” ou até mesmo “se poder ser útil....”. Qual seria a resposta? Provavelmente a resposta seria a total “indiferença”. Digam lá, concerteza que antes de darem o “1º passo” investiriam uns instantes na vossa criatividade e “alimentavam-se” de atitudes (o chamado “comer o bolicao”) para descobrir a melhor forma de abordagem. Certo? E, ainda sem sair do campo nocturno, qual sería para vocês a melhor abordagem? Concerteza seria aquela que conquistaria “o outro lado da barricada”, ou seja, que fizesse a “ainda desconhecida” passar para o “lado de cá” depois de alguma coisa lhe dizer que “vai acontecer algo de interessante” !!

Voltemos então à “nossa loja”. Será que este episódio na noite terá aplicação nas vendas?

Vejamos, como consumidores, estão dispostos a “dar conversa” a um “vendedor” que não seja minimamente interessante? E por outro lado, conseguem ser “indiferentes” com alguém “apaixonado” pelo que faz, e que tenha uma verdadeira vontade de o conhecer a si, às suas emoções, ao seu quotidiano e às suas eventuais necessidades? Sim em conhecer, porque como é que sem conhecer o nosso Cliente, saberemos se este “precisa de ajuda”.?

Então vamos prática:

Tudo isto tem o claro objectivo de aproveitarmos ao máximo o tráfego das nossas lojas e maximarmos as nossas vendas. Vamos então converter isto em 7 passos:

1º - Desenvolver a vontade de vender mais na minha loja e explorar ao máximo as oportunidades de venda em cada contacto;

2º - Querer divertir; transformar uma grande seca de um dia, num dia bem mais divertido em que nem se dá conta do tempo passar;

3º - Ir para a “pista”. Passar para o outro lado da “barricada”. O balcão ou é para “fechar vendas” para prestar determinados serviços que dependem de recursos administrativos que tipicamente estão no “balcâo de atendimento”

4º - Observar tráfego. Cliente pode ter comercialmente 3 percursos possíveis:

1) Perdido: Passeia na loja, observando expositores de forma aleatória

2) “Limpa pára-brisas”, observa alternadamente dois expositores ou produtos

3) “Hipnotizado”: Observa atentamente um determinado produto.

5º Encher de coragem

6º “Dar primeiro passo” . Depois de “Boa tarde....” já não podes voltar atrás. Só te resta o passo seguinte;

7º Saudar e Conquistar: Abordagem para a qual o Cliente não tem resposta programada. Exemplo: para o “perdido” na seccção de frigoríficos numa loja de electrodomésticos. “Boa tarde....o meu nome é Ricardo e reparei que está a observar a zona mais fria da nossa loja J J.” -> feedback do Cliente -> se positivo passar ao contacto físico, “como está...? Seguido de um cumprimento de mão” . “Aqui encontra 3 tipos de frigoríficos: estes aqui, para quem dá máxima importância ao design; ali mais à frente os que vão às compras por si, e os do fundo que são as última oportunidades. O que é para si mais importante?

.....e quando dão por ela, está já o Cliente a fazer perguntas e dar dicas sobre os seus gostos, as suas necessidades, etc.

Claro que não existem fórmulas mágicas!

Acima de tudo, concentrem-se em conhecer as e observar o vosso Cliente, e CONQUISTEM-NO!

Abordem com brilho nos Olhos!

Experimentem novas e divertidas formas de abordagem, e partilhem aqui!

Tenham Divertidas Abordagens!

Ricardo Vila Verde



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O Veterano António B. conta uma "estória" de vendas, dos seus tempos de iniciado.

Nem sempre reagimos da mesma forma a provocações e às vezes são muito fortes. Geralmente os vendedores mais novos, são os alvos da fúria ou vontade de brincar de alguns clientes. Acontece raramente, mas que acontece, acontece!

Mais uma vez reforço que, tudo o que aqui é apresentado são casos reais e não fórmulas, nem técnicas garantidas. São simplesmente acontecimentos vividos e é de acontecimentos vividos que se adquire experiência.

Como são mesmo reais, às vezes a linguagem pode ser um pouco forte. Que desculpem as senhoras vendedoras. J

Por António B.


Quando entrei para um laboratório que comercializava Sulfato de Bário,
utilizado no contraste radiológico em exames de RX ao tubo digestivo,
achei muito estranho, que me dessem de imediato um consultório
localizado na Avª Fontes Pereira de Melo, e que tinha "resmas" de
doentes. Porque é que um consultório com o potencial daqueles
(elevadíssimo) era dado a um novato como eu?

A resposta veio logo na minha 1ª visita ao encarregado de compras, que
por "acaso" ou não era o dono e director do consultório de radiologia.
Meus caros amigos, vão-me perdoar, mas não divulgo o nome do médico ou
consultório porque ele ainda está em funcionamento…

Então foi assim: O SNS deixou de comparticipar este tipo de exames com
um valor para o contraste radiológico + um valor para a película, e
passou a comparticipar o valor total. Mas, neste caso os consultórios
ficaram a perder (para variar) pois o novo valor total proposto era
inferior à soma dos dois anteriores.

Por esse motivo os médicos radiologistas tiveram que fazer continhas à
vida, e começaram a comprar os sulfatos de bário mais baratos e as
películas radiológicas mais baratas do mercado.

Quando eu fui visitar o Sr. Dr. X com o meu sulfato de bário que até
era o mais barato do mercado, qual é o meu espanto, quando o Sr. Dr.
Me diz que o meu sulfato de bário era uma "m****"! Fiquei furioso! Não
pela ofensa ao produto que representava (que eu sabia que era uma bela
”m****”, mas era uma “m****” barata), mas sim pela ligeireza com que o Sr.
Dr. mo disse.

Como era novo na profissão, no laboratório, e não tinha nada a perder
a não ser um cliente que me foi dado sem eu perceber muito bem como
(na altura), respondi-lhe:

- Sr. Dr. que eu saiba na minha empresa não se fabricam m****s, mas fique
descansado que eu vou falar com a minha Directora Técnica, para ela
conceber uma m**** especial, que eu depois venho apresentá-la a si.
Deixei-lhe o meu cartão de visita e saí do gabinete onde estava a ser
atendido em passo acelerado, antes que o homem "engrossasse".

Naquele tempo não havia telemóveis, pelo menos eu não tinha nenhum, e,
por isso o telefonema do Dr. a reclamar ao meu supervisor a minha
conduta, chegou antes de mim. Quando encontrei o meu supervisor e me
preparava para lhe contar a resposta que dei ao Dr.X , e em seguida
levar o sermão (ou algo pior) fiquei com cara de parvo, porque ele
disse-me que já sabia o que tinha acontecido, pois o médico já lhe
tinha telefonado a contar o que se passou, (não estava com cara de
poucos amigos) e disse-me somente para eu voltar ao consultório, pois
o tal Dr. X queria voltar a falar comigo.

Contrariado, lá fui eu outra vez ao encontro do médico que me tinha
dito que eu vendia m****s. Quando me fiz anunciar à secretária do Dr.X
nem 1 minuto esperei! Entrei logo. Pensei para comigo; isto vai correr
mal e mentalmente pus-me a imaginar o que viria a seguir. Acho que até
procurei o caminho mais perto da saída, para me "raspar" dali para
fora se necessário fosse…

Diz-me então o meu "amigo" Dr.:
- Você foi mal educado para mim, mas eu provoquei-o e você
respondeu-me à "altura" como tal não estou aborrecido consigo.

- Nem pode, respondi eu…

-Diga-me lá qual é o preço do seu Bário?

- 10 contos cada barrica de 10 Kg.

-Então mande-me 15 barricas.

- Mas, não entendo! Primeiro diz-me que o produto é uma m**** e depois
compra-me 15 unidades? Ok o senhor é que sabe. Por favor assine-me a
nota de encomenda que eu faço-a já. E fiz a NE, e ele assinou-a.

Quero aqui fazer um pequeno esclarecimento que o nosso preço era:

De 1 a 5 barricas 10 contos cada
De 6 a 10 barricas 9 contos cada
+ de 11 barricas 8 contos cada.

Mas como este Dr. achava que o bário era uma m****, pagou as 15
barricas a 10 contos cada e nem refilou! Ou seja pagou 150 contos
quando devia ter pago 120.

Quando foi feita a entrega, pedi que facturassem as barricas de bário
a 10 contos cada, mas que lhe enviassem 18 barricas das quais 3 eram
ofertas que eu lhe fazia por "especial favor". Ou seja pagou 150
contos quando poderia ter pago 144 contos pelas 18 barricas. Ficou
todo contente…

Em resumo:

Ganhei um amigo para o futuro, “enganei-o”, mas o desgraçado do "grilo
da consciência" fez-me voltar atrás e porque lhe "ofereci" 3 unidades, isso fez com que ele dessa data para a frente me visse com outros olhos e mais respeito apesar do
meu ar de puto…

Alguns meses mais tarde numa nova visita perguntei-lhe:

-Quantas barricas da m***** do bário quer?

- Deixe-se disso. Para mim está esquecido.

- OK. Para mim também.

- Então mande-me só 5 porque o raio das endoscopias estão a tirar-me o
negócio, e eu ainda não consegui arranjar nenhum gastrenterologista
que queira vir para aqui trabalhar…

- Conheço alguns…

António B.

Como fazer entender ao cliente de forma suave, que o respeito deve ser mútuo?

Um acontecimento real em vendas, descrito pelo amigo e experiente vendedor António B.

O nome do cliente foi alterado.

O António tem uma longa experiência como vendedor e como líder de equipas de vendas. Vejam como de forma simples um vendedor de 22 anos conseguiu, respeitar e fazer-se respeitar. Não há fórmulas, nem reacções perfeitas, mas há momentos de inspiração que resultam! Inspirem-se!

Este acontecimento vai constar do livro COMO SER UM VENDEDOR FELIZ? (Sem ter que necessariamente, ser milionário)



Em 1984 quando pela 1ª vez fui visitar o Prof. Lopes da Silva, Director de Serviço no IPO de Lisboa ele deu-me uma "seca" de mais de 1 hora à espera. Eu tinha cerca de 22 anos, sangue na guelra qb, e não tinha (aliás como ninguém tem) muita paciência para esperar.

Estava furioso, e pronto para me ir embora e voltar noutro dia quando o Exmo. Sr. Prof. me apareceu à frente e me disse que vinha cá fora (ao corredor) só para falar comigo!

Qual foi o meu espanto quando verifiquei que o Prof. apesar de não me conhecer me começou a tratar por "tu"! Como te chamas, de que casa és diz lá o que queres que eu não tenho muito tempo… era este o tipo de conversa do "maduro" do Sr. Prof. Catedrático!

Não gostei do modo como fui tratado, e comecei a tratar o Sr.por: V. Exa. Do tipo; como V.Exa. sabe, para a próxima falo com V.Exa. no consultório, há alguma hora que V.Exa. tenha mais disponibilidade para me receber, etc…

Depois de muita conversa fiada deste género o Ilustríssimo Sr. Prof. diz-me: "… epá, não me trates por V.Exa. que eu não gosto…"

De imediato recebeu como resposta da minha parte "… OK Sr. Professor compreendo e assim será, mas não me trate por tu, que eu também não gosto…"

De seguida veio um silêncio aterrador, seguido por um sorriso dele, a concordância dos dois, e naquele dia ganhei um prescritor muito razoável (bom não poderia ser, porque nunca fui grande vendedor) para a minha gama de Nutrição Clínica, pois nessa altura trabalhava para a Nutricia.

Moral da história:

Não é pelo elevado grau académico do Sr. que tem o direito de tratar os vendedores (DIM's) como bem lhe apetece, porque: " quem diz o que quer, pode ouvir o que não gosta". Assim reza o ditado.


António B.
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Em vendas, que lições nos dão as crianças?

Ontem recebi este artigo, coincidindo com a saída durante a tarde da minha filha de 7 anos, para fazer um peditório para a Cruz Vermelha Portuguesa. Chegou com a coluna dobrada e com uma latinha cheia de moedas. J

 

 

As lições que as crianças nos dão

Como são enriquecedoras as boas coincidências. Há alguns dias, recebi um e-mail de um leitor das publicações da Editora Quantum, contando uma grande lição que ele aprendeu com crianças. Vou compartilhar com vocês, pois, no Dia das Crianças, vale a pena aprender um pouquinho com os pequenos.

Fabiano Rodrigues conta que no Dia do Vendedor, primeiro de outubro, teve uma aula de criatividade e motivação em vendas. E não foi com nenhum guru ou palestrante, mas com duas meninas e um menino, ambas com apenas oito anos, que moram no mesmo prédio que ele. “As crianças montaram uma banquinha para vender colares e anéis, que foram fabricados por elas. Ao entrar no prédio, fui abordado pelas crianças, altamente motivadas, já fazendo a pergunta de fechamento: ‘Tio, compra um anel!’. Decidi testar a persistência infantil e respondi: ‘O que vou fazer com um anel ou um colarzinho?’. Uma criança disse: ‘Leva de presente pra sua mãe’. Eu falei que não tinha mais mãe e, então, a outra rebateu: ‘Não tem irmã nem namorada?’. Fiquei apavorado com a capacidade das respostas imediatas para as objeções”.

Mesmo surpreso, Fabiano deu as costas para a banquinha. Quando voltou, recebeu uma nova abordagem: "Pô tio, como é que você não vai levar nada?". O garoto estendeu a mão e disse: "Leva este colar é só dez reais!". Quando Fabiano aceitou o pedido, comprando um colar e um anel, as crianças pularam e gritaram de alegria. “Do meu apartamento, ouvi: ‘Nós vendemos 11 reais! Nós vendemos 11 reais’. Pendurei o colar no meu escritório junto aos certificados dos cursos que já participei. Já o anel, coloquei na minha pasta, para lembrar, nos momentos difíceis, da verdadeira aula que recebi justamente no Dia do Vendedor.”

Você já reparou como as crianças são persistentes, criativas e alegres? Será que não é exatamente dessas características que você precisa para melhorar suas vendas e sua própria vida? Que tal prestar mais atenção ao que podemos aprender com as elas?

Karen Jardzwski
Editora-executiva
E-mail: karen@motivaonline.com.br

A reprodução total ou parcial deste texto é permitida, exceto para fins comerciais, com a fonte devidamente citada: "Por Karen Jardzwski. Material publicado na E-zine do site www.motivaonline.com.br".

 

O livro - COMO SER UM VENDEDOR FELIZ? (Sem ter que necessariamente, ser milionário)

“Este vai ser o livro escrito por vendedores para vendedores,

aqui vai falar quem sabe da poda ! ”

Paulo Silva de Pombal

Escolhi este título porque conheço muitas pessoas que fazem das vendas profissão e são felizes sem terem que ser milionários. Só à volta do meu círculo de amigos, conheço umas dezenas.

Não há nada de mal em querer ser milionário, assim como não há nada de mal em querer ser feliz.

Tenho é, a certeza absoluta que os dois adjectivos, não têm obrigatoriedade de estar ligados com directa proporcionalidade entre si.

São conhecidos casos de Milionários Felizes e Milionários Tristes, assim como Felizes Milionários e Felizes não Milionários.

Todos os anos são publicadas listas, da meia dúzia de milionários que existem em Portugal. Aspirar a poder estar nessa lista é o sonho de muitas pessoas.

Digo-te com certeza, que alguns concretizarão esse sonho, mas vão sobrar bastantes. Por Portugal, somos 10 milhões, mais coisa menos coisa.

Vamos fazer uma conta…

Tirando aos 10 milhões de Portugueses, os que concretizam o sonho, continuam a sobrar uns milhões, que não o concretizam e que também querem ser felizes.

Pelo que tenho lido o mais importante nesse caminho para milionários, não é a meta mas sim o caminho (o passeio) em si.

Assim o livro que estamos a projectar, é dedicado a quem vende como profissão e aspira ser, ou é feliz e a quem tem apreciado ou quer apreciar esse caminho. É dedicado a quem tem essa “obsessão” saudável. Claro que os que querem ser milionários, também irão aqui aprender muito. Também haverá aqui intervenientes que são milionários e têm muito a ensinar.

Se chegaste a esta parte do artigo, já não foi nada mau, ou melhor dizendo, já foi muito bom (como nos dizem nas formações). É sinal que julgas que talvez possas encontrar aqui algo de útil, que vai ajudar a contribuir para essa felicidade.

Se eu visse um livro com este título exposto, dar-lhe-ia uma vista de olhos e pelo que encontrasse, comprá-lo-ia de certeza.

O que é que o livro, vai trazer de novo? ... ao panorama das centenas de livros que existem, sobre este tema?

Atenção, isto é único:

  • Relatará casos reais de Portugal e não só;
  • Terá entrevistas;
  • Apresentará um estudo único sobre vendedores (em Portugal)
  • É um livro em português;
  • Os seus protagonistas, são pessoas que conseguem fazer da sua profissão um trampolim para a sua felicidade, e dos seus familiares. São profissionais que falam com o poder da propriedade e da experiência própria.

A profissão de vendas, seja qual for o ramo ou actividade, tem dificuldades comparáveis a qualquer outra profissão.

A maior dificuldade é lidar com a nossa própria mente.

Dizem os psicólogos e outros especialistas desta área, que é a mente que comanda o corpo e as nossas acções. É um centro de comandos. Se esse centro não dá os comandos correctos, os resultados das nossas acções não vão de encontro do que nós queremos ou necessitamos. Aqui vamos conhecer pessoas perfeitamente normais que tem essa capacidade de GERIR bem o CENTRO de COMANDOS e vamos ver exemplos reais de como o fazem no seu dia-a-dia.

E assim , as estórias que neste livro vão ser oferecidas, têm esta riqueza de serem verdadeiras, de serem reais. Não são criadas ou imaginadas. É essa a condição que está colocada, para o processo poder avançar.

Algumas delas poderão ser verificáveis, outras não, por se omitirem nomes ou alterarem. Obter autorizações das publicações seria muito difícil, dado o número de intervenientes que se prevêem.

Outra condição é a que estes relatos não devem ofender os intervenientes citados, identificáveis ou não. Creio que isso não acontecerá, pois esse é um dos princípios rigorosos aqui impostos, e é assim uma linha mestra.

Voltando às LISTAS,

no dia em que são publicadas as tais listas dos mais ricos, deveriam ser publicadas muitas outras listas, para que o mundo visse toda a realidade.

Acho que se deveriam publicar as listas dos:

  • Os mais pobres;
  • Os mais felizes;
  • Os mais infelizes;
  • Os mais honestos;
  • Os mais corruptos;
  • Os mais trabalhadores;
  • Os mais preguiçosos;
  • Etc,

Mas muito importante seria publicar, a lista dos :

  • Os profissionais, que melhor prestam serviços aos seus clientes, obtendo de forma honesta, o seu meio de viver.

Repito por outras palavras…

  • A Lista d’Os profissionais, que melhores serviços prestam aos seus clientes e que assim obtêm de forma honesta e feliz, o seu meio de viver. (É quase igual, foi só para repetir a frase). Só que agora acrescento: Independentemente, do saldo da sua conta bancária.

Asseguro-te que não haveria papel ou tempo de qualquer meio de comunicação social para publicar tão grandiosa lista.

Sendo assim tantas pessoas, é fácil encontrá-los.

E mais uma vez, se chegaste até aqui na leitura destas palavras, é porque pertences a essa lista ou pretendes pertencer, e quero dizer que:

- Os autores e protagonistas de todas estas histórias, também pertencem a essa lista.

Revelando aqui um pouco do que vai aparecer... não digas a ninguém, parece que é esse o segredo, PERTENCER Á LISTA anterior!

No entanto descansa que esta lista é longa e também lá cabes.

Lê com atenção, o que todos escreveram. Analisa sempre com sentido crítico. Se encontrares palavras que te tragam o que procuras, rentabiliza-as.

Eu não acredito em GURUS, estes “autores”, também não o são.

São seres humanos perfeitamente normais que tem errado muito, MAS que têm acertado um pouquinho mais.

É disso que se vai falar, de erros e da coragem para os corrigir e do sucesso que daí resulta e da SATISFAÇÃO EM SER UM VENDEDOR FELIZ.

PS: Pensa sobre isto! Num intervalo da gestão do teu dia, escreve o que te vier à cabeça sobre este assunto. Escreve num papel de rascunho, no palm top (é mais fino J), num guardanapo de papel, Escreve, escreve, regista e manda-nos para Ordem.V@gmail.com , nós publicamos. E tu vais contribuir com a tua experiência para que outros também a possam estudar e daí tirar proveito! OBRIGADO

Paulo Silva de Pombal

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Como aprender com colegas mais experientes?

Um dia um jovem caçador perdeu-se na floresta.

Encontrou um velho e perguntou-lhe pela saída. O velho respondeu-lhe, "Procuro-a à 40 anos e ainda não a encontrei"

O Jovem desolado, aflito e ansioso de sair dali, diz-lhe, "Vou-me embora, consigo não aprendo nada!".

O velho muito sabiamente (como todos os velhos destas estórias) retorquiu-lhe, "Pelo menos comigo aprenderias quais são os caminhos que não tem saída e isso poderia poupar-te 40 anos de pesquisa".

Podemos se quisermos aprender sempre, com outras experiências, nem que seja pelo exemplo contrário como aqui se conta.

Partilha connosco, ideias, momentos, desabafos, vitórias! Convida outros a partilhar!

mailto:Ordem.v@gmail.com

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"Quanto eu realmente valho?" --- www.quebrandobarreiras.br.com

A pergunta certa – A busca pela competência

por Ernesto Berg
(publicado em português do brasil)
www.quebrandobarreiras.br.com


Não pergunte: "O que fazer para eu poder viver com o meu salário?".

A pergunta certa é: "Quanto eu realmente valho?".

Pode ser que a resposta seja desanimadora se você descobrir que o que está fazendo vale menos ainda do que o salário que ganha. Nesse caso você ainda estará no lucro, mesmo sem saber.

Mas não é disso que quero falar. Eu quero falar na sua convicção interna, pois se você acredita que vale dez, vinte vezes mais que seu atual salário (e por que não?), você deve fazer algo significativo e diferente em relação ao que a maioria faz. Porque qualquer trabalho no qual possa ser facilmente substituído não lhe dá futuro. Se você acha que vale bem mais do que ganha então não deixe de investir muito em sua capacitação profissional e na habilidade de relacionar-se com pessoas e equipes, decida-se a correr riscos, aprenda a desenvolver uma poderosa iniciativa e capacidade de decisão e invista também no seu marketing pessoal, em sua autoconfiança e motivação.

Se você fez tudo isso e continua recebendo um minguado salário, talvez lhe falte apenas um único e mais importante passo: a coragem de mudar, de dar um novo e decisivo passo em sua vida. Enquanto isso não ocorrer não se queixe do seu salário atual porque, no fundo, ele é o reflexo, não das suas intenções futuras, mas do que você está fazendo hoje.

Portanto, mãos à obra: dê com confiança o passo decisivo que mudará a sua vida. Confiança é a irmã gêmea da fé. E a fé tem o poder de remover quaisquer obstáculos.

Ernesto Berg é consultor em gestão de empresas, desenvolvimento organizacional e gerencial, especialista em negociação e desenvolvimento de pessoal.
E-mail: berg@quebrandobarreiras.com.br

As 5 chaves da iniciativa

por Edivan Silva
(escrito em português do Brasil)


Você, vendedor, conhece as chaves da iniciativa? Acreditamos que é fundamental expressar o que temos de melhor e aplicar isso em nossa vida pessoal e profissional.

O escritor Ômar Souki em seu livro, Gênio e Gestão , descreve as chaves da iniciativa e afirma que com elas você abre as portas da proatividade e da perspectiva, mergulhando de cabeça no mundo da ação maciça, contínua e congruente.

Chave 1

Eu faço acontecer –
Você já percebeu o quanto gostamos de pessoas vencedoras? Vejam o que podemos aprender com o Jesse Owens, corredor norte-americano e ganhador de quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas de Berlim, em 1936, na Alemanha. Por ser um atleta negro, deixou seu nome registrado para sempre como símbolo de resistência contra idéias contrárias.

Chave 2

Eu assumo responsabilidade –
Não satisfeito com a sua ótima performance em impedir o time de tomar gols, Rogério Ceni, goleiro do São Paulo Futebol Clube, assumiu a responsabilidade por seus atos e tornou-se um artilheiro. Especializou-se em cobranças de falta próxima a área e também é o cobrador oficial de pênaltis do time, além disso, é hoje o maior goleiro artilheiro do mundo.

Chave 3

Eu vejo as coisas sob várias perspectivas –
Um dia disseram para Thomas Edison, o grande inventor, que uma de suas fábricas tinha acabado de pegar fogo. As pessoas lhe perguntaram como estava se sentindo e ele falou que o acidente representava uma oportunidade para construir uma fábrica ainda melhor. Um exemplo de quem viu as coisas sob um diferente ângulo e concluiu que a maior fraqueza do ser humano é desistir.

Chave 4

Tudo que me acontece me beneficia –
Imagine o que é ficar preso, isolado em uma cela, com apenas 1,5 m por 2,2 m. Nelson Mandela, saiu de uma prisão desse tamanho, onde esteve por quase 28 anos e foi direto para a presidência da África do Sul. Que capacidade de lutar contra o desânimo e a acomodação. Eis uma prova de que até mesmo as dificuldades podem nos proporcionar crescimento pessoal e profissional.

Chave 5

Para mim não existe fracasso, apenas resultado –
Um acidente para muitos poderia ser o fim de uma vida e carreira, mas não para Lars Grael. Após um terrível acidente em que teve uma de suas pernas amputadas, esse esportista mostrou toda a sua força de superação e aprendeu a conviver com a deficiência física. Ele não enxergou nisso um fracasso, mas sim um recomeço.

Agora pare e reflita, pois é hora de cultivar a ousadia e preparar-se para as mudanças com a auto-estima elevada. Acredite no seu potencial e transforme as adversidades em oportunidades de negócios. Tome a iniciativa, abuse da criatividade e da força interior e aja agora mesmo com a utilização das 5 chaves da iniciativa.

Edivan Silva é escritor, palestrante e conferencista. Formado em Economia e cursando Gestão em Marketing É palestrante nas áreas de Marketing, Motivação, Atitude, Atendimento e Vendas. Autor do livro "O Poder da Iniciativa".
E-mail: edivansilva@interjato.com.br

Então, tudo bem?

(Versão Português do Brasil)

www.bizrevolution.com.br

Como você responde as pessoas que perguntam a você “Como você está”?

Como você responde as pessoas que perguntam a você “Como vão os negócios”?

Você responde, “As coisas vão bem obrigado”, ou você responde, “As coisas estão ÓTIMAS, EXCELENTES, MARAVILHOSAS!”?

Ninguém quer fazer negócios ou viver perto de alguém que diz “As coisas vão bem obrigado”, as pessoas querem viver perto de pessoas cheias de ENERGIA! ENTUSIASMO! CONFIANÇA!

Portanto, aqui vai a sua lição de casa: A PARTIR DE AGORA, você SEMPRE vai dizer para TODO MUNDO que as coisas estão ÓTIMAS, mesmo se as coisas não estiverem tão bem assim.

O fato é que as coisas nunca vão estar tão bem assim...

O quanto é tão bem assim?

SE A SUA MENTE ESTIVER PREPARADA, TUDO ESTÁ PREPARADO!

Que todos a sua volta vejam o quanto ENTUSIASMADO e CONFIANTE você está com a vida.

Não fale mais “Dia!” e “Brigado!”, mas sim “BOM DIA!!!” e “MUITO OBRIGADO!!!”.

Dê ENERGIA para as pessoas, e você irá receber exatamente a mesma coisa: ENERGIA. Seja ENTUSIASMADO e você irá receber ENTUSIASMO.

Se você não acredita, faça isso por um mês e veja os resultados.


http://rs6.net/tn.jsp?t=9jmz9ecab.0.9846qbcab.egmh7acab.25159&ts=S0280&p=http%3A%2F%2Fwww.bizrevolution.com.br%2F

A missão do vendedor moderno é ...

Você já deve ter ouvido falar que qualquer um pode ser vendedor ou que trata-se de uma profissão “Jaque” (já que não conseguiu outra coisa, foi ser vendedor). Um acontecimento recente em Montevidéu, Uruguai, ajuda no mito.

Uma gangue armada invadiu uma loja de material esportivo daquela capital. Os assaltantes já tinham prendido um dos funcionários do local em uma salinha dos fundos e estavam extorquindo dinheiro de outro trabalhador do local, quando algumas pessoas entraram na loja. Os bandidos, então, decidiram atender os clientes, que olhavam artigos, faziam perguntas, normalmente, sem suspeitar de nada. Foram 30 minutos vendendo artigos para os clientes, antes de pular em um caminhão que estava esperando e desaparecerem. A polícia local diz que não está claro se os assaltantes queriam esconder dos clientes o que realmente estava acontecendo na loja ou se eles estavam apenas atrás de um dinheirinho a mais.

Infelizmente, ainda há pessoas na área de Vendas com essa mentalidade. Que pensam que vale tudo para fechar uma venda. Nesse caso, entram as conhecidas “empurroterapias”, vendas casadas, suborno e outras ações dignas de chamar a polícia. A missão do vendedor moderno é fazer com que o problema do cliente seja resolvido, que seu desejo seja satisfeito. Ou, mais ainda, dar ao cliente uma vantagem que outros não oferecem.

Você não consegue isso se o cliente ou prospect estiver sentindo que sua equipe de vendas só se preocupa em vender algo para ele. O foco não deve ser a venda nem tampouco seu serviço ou produto. Trata-se de uma transação relacional. Ir, aos poucos, pergunta a pergunta, descobrindo as necessidades do cliente. O pior desperdício de horas de trabalho de um vendedor não é não fechar uma venda, mas sim, não dar atenção devida ao cliente, perdendo assim informações vitais para satisfazê-lo. Pior ainda é quando vendedores afirmam que “não têm tempo” para aprofundar o relacionamento e aprender mais coisas com os clientes.

Procure desenvolver um esquema de trabalho em que cada vendedor tenha pelo menos duas horas por semana para cuidar da fidelização de clientes. Isso vai desde telefonemas, envio de cartas ou e-mails, até visitas, não para vender, mas para perguntar como eles estão, como estão usando o novo produto, entre muitas outras ações. Procure evitar que sua equipe de vendas tenha foco no curtíssimo prazo (vendas de hoje), mas incentive-os a pensar um pouco além.

Abraço e até semana que vem.

Brasílio Andrade Neto
Editor
brasilio@lideraonline.com.br

Publicado em (Português do Brasil): http://www.vendamais.com.br/